
Um convite a recomeçar antes que se esteja pronto. A andar mesmo sem saber. A acordar no meio da dor e ainda assim preparar o café. Em tempos de cobrança por linearidade, produtividade e respostas prontas, este livro é um respiro. Uma conversa boa em meio ao caos, um abraço em forma de palavras, um lembrete de que está tudo bem não dar conta de tudo, e que seguir torta-mente, do nosso jeito, também é seguir. Com referências afetivas como os filmes Vidas Passadas e Crescendo Juntas e uma escuta atenta ao cotidiano, a autora escreve sobre a dor de escolher. Sobre o que se perde quando se renuncia. Sobre o que permanece, mesmo depois do adeus. Este livro não quer te consolar. Ele quer te acompanhar. Ele te olha quando você tenta ser forte, mas não consegue. E ele te diz, baixinho: está tudo bem. Nem sempre se sentir perdido é estar fora do caminho. Às vezes é só o jeito da vida sussurrar: por aqui, por favor.














