
Para György Lukács, o humanismo é condição para a figuração literária do homem real. Ao figurar o homem real, o escritor rompe a casca fetichizada do capitalismo e desmascara a degradação. Desse modo, reflete concretamente em sua obra uma revolta contra a desumanização capitalista, até mesmo a despeito de sua consciência. Nisto se resume o verdadeiro partidarismo da arte. Contudo, em termos literários, essa figuração se realiza apenas pela criação de uma ação verdadeira. Pela ação pode a arte cumprir a sua missão desfetichizadora, na medida em que dissolve o mundo numa viva ação recíproca dos próprios homens: A profundidade da intuição estética, da aproximação realista à realidade, é sempre constituída - qualquer que seja a concepção de mundo formulada pelo escritor em termos de pensamento - pelo impulso a nada aceitar como resultado morto e acabado e a dissolver o mundo numa viva ação recíproca dos próprios homens.
- Título do livro: LITERATURA E REALISMO EM GYORGY LUKACS
- Ano de publicação: 2016
- Tampa do livro: Mole
- Quantidade de páginas: 424
- Com páginas para colorir: Não
- Com realidade aumentada: Não
- É formato bolso: Não
- Coautores: Não aplica
- Tradutores: Não aplica
- Subgêneros do livro: Não aplica
- Coleção do livro: Não aplica
- Acessórios incluídos: Não aplica
- Idade mínima recomendada: 10 anos
- Idade máxima recomendada: 80 anos
- Altura: 23 cm
- Largura: 16 cm
- Peso: 700
- Formato: Livro
- Gênero do livro: FILOSOFIA
- Tipo de narração: FILOSOFIA
- Editora: Zouk
- Autor: Ana Cotrim
- Edição: 1
- Encadernação: Brochura
- Origem: Nacional
- Páginas: 424
- Marca: ZOUK EDITORA
- Editora do livro: Zouk






