
Desde pequena Léo Áquilla sentia que era diferente. E que aquilo lhe traria problemas.Enfrentou uma jornada de negações seguida por abusos de todo tipo. sem contar o preconceito, a exclusão e a invisibilidade. Tudo o que uma criança LGBTQIAPN+ e afeminada poderia sofrer, ela sofreu. Condições que foram exacerbadas pela pobreza e pela falta de acesso à educação de qualidade no ambiente em que cresceu.No país em que a estimativa média de vida das pessoas trans é de 35 anos, Léo conseguiu ir além das estatísticas. Não apenas sobreviveu, mas venceu. E seu objetivo é ajudar outras pessoas, especialmente aquelas de quem ninguém se lembra, a mudar de vida também.






