
Na trilogia Apego e Perda, o autor explora as consequências, para a teoria psicanalítica, especialmente para a teoria das relações objetais, da perda temporária ou permanente da figura materna. Em Perda o autor mostra como a criança e o adolescente reagem à perda de um dos genitores e compara estas reações com a de adultos que perdem o cônjuge ou um filho.






